UCAN ASSINA MEMORANDO DE ENTENDIMENTO COM A CHEVRON

A Universidade Católica de Angola assinou no dia 04 de Junho um protocolo de cooperação com a petrolífera Chevron, por intermédio da Cabinda Gulf Oil Company (CABGOC). O protocolo, que visa interesses mútuos, foi rubricado pelo Magnífico Reitor da UCAN, Reverendo Padre Doutor José Vicente Cacuchi e pelo Director-Geral da Cabinda Gulf Oil Company, Sr. John Baltz. A referida parceria visa beneficiar estudantes da UCAN, dando-lhes a oportunidade de interagir com profissionais da indústria petrolífera através de fóruns e estágios de pesquisa científica e tecnológica.

 Testemunharam o acto, representantes da Universidade, designadamente o Director do Gabinete do Reitor, Dr Nlandu Faustino, o Director do Departamento de Petróleos Engenheiro,  Tommaso De Pippo e Directores de diferentes  Departamentos  da Cabinda Gulf Oil Company. 

Depois da assinatura, o Magnífico Reitor considerou o acto insere-se na concretização de um dos pilares de acção de qualquer instituição de ensino superior que se preze. “Refiro-me à extensão universitária que consiste na transferência de conhecimento numa interacção universidade sociedade e vice-versa”, disse. 

Reconhecendo a qualidade e o sentido de responsabilidade da Chevron no cumprimento dos seus propósitos, o Magnífico Reitor assumiu que a UCAN pode, através das suas unidades orgânicas, ser parte da solução para algumas necessidades dessa empresa petrolífera. “Estou convencido de que a UCAN pode garantir à Chevron quadros qualificados e competentes, sujeitos inteligentes e humanos capazes de aliar “Savoir faire" e o “Savoir êtrê” (saber fazer" e o "saber ser"), tornando-se deste modo, num grande ganho para a Chevron, não só no plano da sua competência técnico-profissional, mas também e sobretudo no sentido de um  compromisso  responsável,  consubstanciado numa conduta que preserve o mínimo necessário de uma exigência axiológica e deontológica”, acrescentou o Padre Vicente Cacuchi, consciente de que o protocolo, ora assinado,  produzirá,  a seu tempo, efeitos positivos particularmente para os jovens recém-formados, e no geral  para à sociedade angolana. 

O Diretor-geral da Cabinda Gulf Oil Company, John Baltz, disse que instituição que dirige “tem feito parcerias com entidades angolanas para identificar necessidades e recursos locais no sentido de providenciar projectos e programas sustentáveis com longos e duradouros resultados que promovam o acesso à educação e a capacitação”. 

Segundo John Baltz é desejo da Chevron que os estudantes da UCAN sejam bem-sucedidos nas suas carreiras e que contribuam para o desenvolvimento da sociedade angolana. “É nosso desejo que os estudantes da UCAN sejam bem-sucedidos nas suas carreiras e que contribuam para o desenvolvimento do país. Esta iniciativa vai indubitavelmente aumentar o emprego e criar oportunidades para a juventude angolana. Nós estamos confiantes de que este programa vai privilegiar a dedicação e a inteira colaboração entre as duas instituições”, considerou.

 

Além do auxílio no enquadramento dos recém-formados, o Director do Departamento de Petróleos, Engenheiro Tommaso De Pippo, ressaltou que a referida parceria pode trazer um valor acrescentado à alguns projectos que a UCAN tem em carteira bem como, na realização de eventos científicos que visem a melhoria da qualidade da pesquisa científica no país. 

A Directora de Serviços de Apoio Geral da CHEVRON, Dra. Vanda Andrade, disse que o objectivo desta parceria é ajudar a trabalhar num currículo mais específico, sobre tudo nas áreas das engenharias, uma vez que faz parte dos objectivos da Chevron procurar melhorar as condições de vida das populações onde opera. “No fundo é o consolidar de uma relação já existente há vários anos e que nós valorizamos muito, porque o nosso objectivo é ajudar as populações onde nós operamos”. 

Já o Director de Recursos Humanos da Chevron em Angola, Henda Valério,  disse que a Chevron vai continuar a apostar em quadros especializados. “Continuaremos a apostar na formação de quadros especializados em Geociências em Angola. A formação académica é o pilar de um país e na Chevron acreditamos que é nossa obrigação contribuir para a capacitação destes futuros quadros e,  deste modo puder reforçar a actual força de trabalho da empresa com técnicos formados e capacitados em Angola”, concluiu.

 

 

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