UCAN FAZ SAIR OS SEUS PRIMEIROS MESTRES E MAIS DE 600 LICENCIADOS

A Universidade Católica de Angola apresentou no dia 21 de Agosto, os seus primeiros mestres, formados pelo mestrado científico em Economia e Gestão da Energia e do Desenvolvimento, da Faculdade de Economia e Gestão.

No mesmo dia, foram licenciados 640 profissionais, entre juristas, economistas, gestores, pedagogos, filósofos, linguistas, sociólogos, nutricionistas, teólogos, educadores morais, assistentes sociais, engenheiros de petróleos, engenheiros informáticos e engenheiros de telecomunicações.

A cerimónia de outorga decorreu em dois momentos. O primeiro foi o da celebração da missa de acção de graças e bênção das faixas, na Igreja Paroquial de São Paulo, presidida pelo bispo do Dundo, Dom Estanislau Tchindecasse. Por volta das 15 horas, deu início, o acto solene de outorga de diplomas aos mestres e aos licenciados de 2017, no Centro de Conferências de Belas.

No acto, a CEAST fez-se representar por Dom Francisco Jaka, bispo de Benguela e Secretário-Geral da CEAST. O discurso principal foi proferido pelo Magnífico Reitor, Padre Doutor José Vicente Cacuchi, que provocou uma reflexão sobre a intelectualidade e o papel do intelectual africano. Seguiu-se a mensagem da liga dos Ex-estudantes da UCAN, pelo seu presidente, Dr. Zera Cesaltino, e depois o juramento e outorga dos diplomas aos mestres e aos licenciados.

O momento da entrega dos diplomas foi vivido com muita festa, agitação e emoção. Houve dança, choros e muitos abraços pelo meio.

Na mensagem dos mestres foi destacada “a forte componente de análise económica e formação humanista” do Metrado da Faculdade de Economia e Gestão. Já os licenciados expressaram alegria por finalmente poderem mostrar o seu saber e valor, no mercado de trabalho.

Antes da leitura da acta foram apresentados os professores da UCAN que beneficiaram de uma bolsa de mestrado da UCAN ou de outra instituição, no âmbito do programa de formação do quadro docente desta Universidade.

A cerimónia contou com a actuação do coro universitário que entoou o hino nacional e o hino universitário, de Wella Massano e de Ana Gomes, esta última, conhecida por ter interpretado Withney Huston, no concurso Estrelas ao Palco.

Além do corpo reitoral e dos membros de direcção das unidades orgânicas, prestigiaram ainda o acto, o bispo do Kuito, Dom José Nambi, o Magnífico Reitor da Universidade Metodista, Dr. João Savelha, membros do corpo directivo e docente da UCAN, familiares e amigos dos diplomados.

 

O evento terminou com a oração final, dirigida pelo representante da CEAST, Dom Francisco Jaka.

BISPO DO DUNDO PROFERE LECTIO MAGISTRALIS SOBRE AMIZADE EM SANTO AGOSTINHO

O Centro Fé e Cultura organizou no dia 22 de Agosto, a tradicional “Lectio Magistralis” por ocasião do “Dies Academicus” – acto que marca a celebração da festa do patrono da Universidade Católica e das Escolas Católica, Santo Agostinho.

Apesar de a data assinalar-se apenas, no dia 28 deste mês, quis a disponibilidade do Bispo do Dundo, Dom Estanislau Tchindecasse, que acontecesse antes. O orador da lição magistral, do dia académico, escolheu o tema da “Amizade em Santo Agostinho”, tendo em conta que “a Universidade é um espaço de encontros com o conhecimento e entre pessoas

Embora, Santo Agostinho não tenha um tratado sobre amizade, Dom Estanislau referiu que é um tema muito recorrente nas suas obras. E, sendo a Universidade um espaço de encontro entre pessoas e com o saber, não podia haver tema mais adequado.

Depois do debate, o Atelier de Teatro da UCAN – ATUCAN exibiu uma peça teatral onde encenou a reconversão de uma jovem cristã “inquieta na busca por respostas” sobre a existência humana, a morte, o sofrimento e outras angústias, tal como Santo Agostinho, antes da sua conversão.

O dia do padroeiro da UCAN e das Escolas Católicas assinala-se no dia 28 de Agosto, terça-feira. Marcaram ainda das celebrações do patrono, a feira de serviços e produtos da Universidade, no designado “open day”, realizada no dia 28 de Agosto

CFC PROMOVE MOMENTO DE ORAÇÃO PELO CUIDADO DA TERRA, NOSSA CASA COMUM

O Centro Fé e Cultura promoveu no dia 3 de Setembro, um momento de oração em prol da terra, em saudação ao dia mundial de oração pelo cuidado da criação, comemorado hoje. O acto aconteceu no hall da universidade e foi presidido pelo Padre Eurico Satumbu, Director do Centro Fé e Cultura.

Na Universidade o momento serviu, igualmente, para reflectir sobre o problema da desflorestação e erosão dos solos angolanos que ameaça a biodiversidade, a exploração desordenada de recursos minerais, a caça furtiva, as queimadas de imensas extensões de terra, a exploração de madeira, poluição da água e a produção anárquica do lixo, o que consequências graves para o ambiente, bem como para as populações em Angola.

A oração principal foi antecedida pela leitura do livro da sabedoria (Sab. 13, 1-5). O coro acompanhou com cânticos e em uníssono a comunidade rezou e cantou.

Ao Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Terra foi instituído pelo Papa Francisco é um contributo da igreja que visa a superação da crise ecológica que a humanidade vivencia actualmente

ENCONTROS COM A HISTÓRIA TRAZEM ALBINA ASSIS E NZAU PUNA À UCAN

O Centro de Estudos Africanos realizou, nos dias 25 e 30 de Agosto, mais dois encontros com a história. O primeiro teve como orador o deputado e nacionalista, Nzau Puna cuja intervenção teve como ponto de partida a sua obra “Mal me querem” e o segundo, a Engenheira Albina Assis que falou sobre “Santa Cecília: oração e fé”.

No dia 25, Nzau Puna manifestou-se feliz pelo convite e destacou a importância desses encontros, especialmente para as novas gerações. Na sequência falou do seu percurso tendo assinalado que foi seminarista, militante de diferentes forças políticas, mas sempre se identificou como alguém que busca realizar um projecto para Angola.

Já a Engenheira Albina Assis falou da sua participação, enquanto membro do movimento católico Santa Cecília, nos processos cívicos de libertação nacional. Contou que ingressou na política aos treze anos de idade e o que a motivou a seguir com luta de libertação não foi a ascensão aos cargos públicos, mas o simples desejo de ver Angola independente. Questionada sobre a sua satisfação em relação aos resultados da luta de libertação, a responsável afirmou não estar satisfeita porque a independência exige melhoria das condições de vida das pessoas. “Enquanto prevalecer o pensamento individualista nunca teremos o país que tanto idealizamos”.

Como qualquer espaço de debate, os estudantes, docentes e investigadores aproveitaram colocar as perguntas.

O projecto “Encontro com a história”, do CEA, visa a realização de palestras com o objectivo de gerar um diálogo geracional sobre a história política de Angola, na voz de alguns dos seus protagonistas.

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